terça-feira, 8 de outubro de 2013

F1 2014 uma viagem que promete!!!!




Como havia prometido vamos aproveitar para falar das mudanças técnicas para 2014:

Dentre as muitas que teremos 3 são as mais significativas: Motor turbo1.6 l , Kers e o novo Ters.

Vamos a elas:

Motor turbo 1.6 l

Os motores passarão por mudanças dentre elas está a substituição do atual motor V-8 de 2,4 litros e cerca de 740 cavalos de potência pelo motor turbo V-6 de 1,6 litro, com 620 cavalos de potência. 
Pode se pensar que teremos diminuição de potência, a princípio sim , porém com os novos sistemas de recuperação de energia eles impulsionaram mais de 160cv por 30 segundos em cada volta então teremos 780 cv de potência nos carros mas estes sistemas explicaremos mais a frente.

Os motores serão muito mais pesados que os atuais por isso a guerra dos pilotos pela balança,devido ao peso estipulado de piloto e carro se mantém a 610 kg mas acho que este assunto já rendeu, assumamos a barriga de chope e vamos guiar, Button um dos mais altos do grid 1,81m pesa 64kg um triatleta nato (verdade ele participa de vários campeonatos) deu uma declaração que sente saudade de quando podia comer, acho que a FIA deve rever este conceito.

Devido a este peso do motor somado a sua potência maior, os adicione a diminuição de elementos aerodinâmicos, com isso teremos as "arrancadas" com muito mais torque, portanto mas gripe nos pneus  sendo assim quem sofre  é a Pirelli que deve produzir pneus mais resistentes para esta fritada mais forte das borrachas (pneus).

Além de todas essas mudanças de motores temos novidades em dois sistemas de energia:

O Kers já conhecido de todos que recupera a energia cinética do sistema de freios para alimentar uma bateria  impulsionando o motor, continua e ficará ainda maior em 2014, dando mais potência ao mesmo.

A novidade se dá por conta do Ters, um novo sistema de recuperação de energia que utiliza a temperatura dos gases emitidos pelo motor para criar mais um"turbo" aos carros facilitando ainda mais as ultrapassagens.
Que será muito complexo e como novidade deve quebrar muito mas durante o ano.

Essas mudanças custam por equipe a bagatela de em média 20 milhões de euros para as equipes menores pagarem a Ferrari, Mercedes e Renault pelos motores e sistemas de recuperação de energia. E assim como todas as decisões políticas, como tudo na vida sempre deixa os ricos cada vez mais ricos e as equipes pobres cada vez mais pobres.

Em um ponto concordo com a FIA que as mudanças que serão vistas a longo prazo, alterações que ficarão até 2020 e podem embaralhar o campeonato tendo uma Sauber ou Force Índia na frente.

Mas será que se tivermos um domínio absoluto como mas apresentado pela RedBull nos dias atuais e como o da Ferrari em um passado não distante, duvido que a FIA não mude tudo de novo para dar mais emoção ao público e prejudique novamente as primas pobres.

Mas só desta reviravolta acontecer (e se acontecer) o campeonato já promete mesmo antes de começar.

Pena ter que esperar até Março para a corrida da Austrália !




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