
Qual o sentido da vida ? E da morte ?
Um não vive sem o outro, em várias religiões há motivos e credos que nunca entenderemos na vida atual, ou final. Crêem cada um como quiser.
No Budismo,Hinduísmo,Espiritismo, e outras acreditam na reencarnação. Já no Islamismo crê que Deus (Alá) criou um mundo e trará todos os que morreram de volta no último dia e realizará um julgamento para começar a vida em um novo mundo, ou seja esta vida seria uma preparação para a vida que está por vir.
Mas independente do credo de cada um, quando perdemos um ente querido sofremos, (os mexicanos um pouco menos , pelo menos aparentam) mas no íntimo de cada um a dor é forte, e incomoda até os que estão de fora da situação .
Ontem a F1 perdeu mais um piloto em atividade plena, Jules Bianchi, triste para o esporte, nove meses após sofrer um grave acidente no GP de Suzuka no Japão, morreu aos 25 anos após colisão de seu carro contra um guindaste que estava na pista.
Desde o acidente que vitimou Senna em 1994, nenhum outro piloto havia falecido após um acidente. Independente da comoção ou tamanho do ídolo, nacional ou não, uma perda sempre tem o mesmo peso, se cantor de sertanejo famoso ou não , de piloto campeão mundial ou não, ídolo ou não,a perda dói muito em todos os envolvidos e sempre devemos respeitar a família envolvida, achar culpados como se faz até hoje na de Senna, não faz sentido, deixamos isso aos responsáveis, é hora de voltarmos nossas preces a família.
Jules descanse em paz e que sua família seja confortada.
Ah a pergunta inicial: Qual sentido da vida e morte?
Não tenho a mínima ideia, sei que criamos isto para crê em algo para termos uma pontinha de esperança em uma continuidade.
Cada deve crê a sua maneira.
Já que estamos falando de vida e morte, o Blog hoje reencarna a pedido de alguns amigos prometo sempre estar postando sobre esse mundo de F1 que me encanta e nos apaixona a tempos.